Meditação diária e no dia do Equinócio


Escrevo este post no dia 21 de Março de 2017. É dia do Equinócio. No Hemisfério Norte, Equinócio da Primavera e no Hemisfério Sul, do Outono.

É considerado pelos yogues um dos dias mais favoráveis do ano para a prática da meditação.  Afirma-se que nesta data o magnetismo de todo o campo físico, do planeta e de todos os seus seres, está em equilíbrio. Como os praticantes de Kriya Yoga sabem, estando os campos magnéticos equilibrados, estão também equilibrados os canais Ida e Pingala, e assim facilitada a abertura da Sushumna.
Mais um bom motivo hoje para você praticar Kriya Yoga e mesmo para encontrar com seu grupo de meditação, para o benefício mais intenso da prática coletiva.

Mas lembre-se que ainda mais importante é meditar diariamente.
Os yogues já conheciam há milhares de anos atrás, o que hoje a ciência moderna chama de memórias de curto e longo prazo, e dos ciclos regulatórios do sono. Mas além do que estuda a ciência moderna, os antigos rishis já estudavam profundamente o fenômeno da consciência e sua conexão com os campos imateriais.
Nossos cérebros tem ciclos que são pontuados pelo sono.
A cada "sono" completa-se um ciclo e parte da memória da mente conhecida como "manas" é descartada, limpa.
Igualmente, se for a mente de um praticante de meditação, integra-se a cada ciclo uma nova camada do "buddhi". Isso se naquele dia, em algum momento anterior àquele sono, o praticante tiver meditado.
Essa é uma das razões porque se recomenda cientificamente a meditação diária. Porque cada dia é uma oportunidade de integrar uma camada da realização consciente, um passo em direção ao samadhi. 


Baba diz: - Tempo gasto em meditação é tempo ganho.

Um dos outros motivos apontados é que o ciclo do dia é o ciclo energético do nosso sistema solar, nossa porta de conexão com todo o Universo. Assim, meditando diariamente estamos nos sincronizando com todas as forças materiais e imateriais que regulam nossa consciência da existência da força cósmica e portando da própria vida.

Aproveite bem cada um de seus dias. Medite diariamente. Permita-se expressar mais e mais o amor e a paz que são a razão de sua existência.

(Yogacharya Céu, NYC, 21 março 2017)

Deus é existência e não existência (ou, por que o professor Pondé diz que virou ateu)



Em geral as discussões da existência ou não de Deus ou deus são muito aborrecidas.


Na maioria das vezes, tanto ateus como crentes demonstram que examinaram muito pouco a questão e já defendem apaixonadamente suas crenças. Não acreditar em Deus também é apenas uma crença: Crer que não existe.


Hoje assisti um vídeo do professor brasileiro Luiz Felipe Pondé, e gostei bastante. Ele explica suas razões em porque se tornou ateu de uma forma muito boa. Repare bem: Ele não diz “porque não acredita em Deus”, mas “porque se tornou ateu”. Essa diferença já demonstra bastante lucidez. O link para o vídeo no YouTube é este:



Bem, eu gostei muito, mas discordo e resolvi escrever pra ele no espaço reservado para os comentários. Não sei se ele irá jamais ler, mas publico aqui, para a consideração de quem acompanha este blog. Procurei resumir ao máximo. Seja como for, não importa o numero de palavras, pois palavras não bastam para atingir essa realização transcendental:


Professor, gosto bastante da sua posição, ainda que discordando.
Toda a sua premissa está baseada na condição de percepção linear do tempo. O que é absolutamente comum em quase todas as argumentações pró e contra.
Sugiro que examine o conceito Védico de Tantra, também adotado por alguns budistas. E que poderia ser entendido como um dos significados de "Reino de Deus", que teria sido mencionado por Jesus.
Deus é existência e não existência. Igualmente existe e não existe. É realizado, e não entendido.
Uma vez realizado, percebe-se toda a feiúra e injustiça do mundo de uma outra forma, em que essa feiúra e injustiça deixam de existir. Tat Sat. É o que É.
Esse estado não é percebido pela mente mundana, mas pode ser atingido através da integração da mente com a essência viva, que pode acontecer a qualquer momento. Acontecendo, a percepção de momento é dissolvida. É chamado em sânscrito de Samadhi. Existem diversos níveis de samadhi. Uma vez que você consiga ter ao menos o nível mais elementar, não se libertará completamente, mas se libertará da necessidade de permanecer dialeticamente discutindo se Deus existe ou não. Começará a desconfiar que não é essa a questão.
Existem técnicas para induzir o samadhi. Dos mais diversos tipos e em culturas as mais diversas. Todas partilham no entanto, em comum, do entendimento do pensamento como um fenômeno do corpo. Assim, alterações do metabolismo também alteram os pensamentos e o entendimento do Real.
Parabéns pelo trabalho equilibrado e permanentemente indagador. Uma luz, certamente. Abraços.  



Yogacharya Céu
New York City, 16 de Fevereiro de 2017

Programa KRIYA YOGA 2016 em São Paulo

Palestra Gratuita, Workshops, Iniciação em Kriya Yoga & Estudos Avançados:
Para quem está interessado em saber o que é Kriya Yoga, ou até mesmo se iniciar nessa que é uma das mais efetivas e elevadas técnicas de meditação, está é uma ótima oportunidade. Quem estará conduzindo o programa é o Yogi Sarveshwarananda Giri, aluno direto de Paramahansa Hariharananda.





Mensagem de Paramahansa Hariharananda:
Kriya Yoga é uma técnica muito fácil e eficaz e pode ser considerada o trajeto mais curto para a realização do Self.


PALESTRA GRATUITA:

Quinta-feira, 11 de agosto, 19h00-20h30
O PROPÓSITO DA VIDA
local: Centro Cultural da Índia,
Al. Sarutaiá, 380 – Jd. Paulista
ENTRADA FRANCA: Convide familiars e amigos


WORKSHOPS:

Sexta-feira, 12 de agosto, 19h00-23h00
O DESPERTAR DA ENERGIA
Local: Petalusa
R$170,00
R. José de Carvalho, 253b, Chácara Sto. Antonio
inscrições: Fedra/ fedradefaria@terra.com.br
9 9411 5192

Segunda-feira, 15 de agosto, 19h00-23h00
A YOGA DA CRIATIVIDADE
Local: Coletivo Amor de Madre
R$170,00
R. Estados Unidos, 2174, Jd. Paulista
inscrições: Cintia/ cintia.duarte.lima@terra.com.br
9 9641 6663


INICIAÇÃO EM KRIYA YOGA:

com Yogi Sarveshwarananda Giri
Sábado, 13 de agosto, 8h00-17h00
Local: Casa do Guilherme
R. Ibiraçu, 225, Vl. Madalena
Oferenda: Cinco frutas, cinco flores e donativo financeiro de R$400,00 (por favor, em dinheiro, não se aceitam cheques ou cartões)
É necessário ter participado da palestra gratuita do dia 11 de agosto
Inscrições: Camila / camilabogea@hotmail.com
 9 8409 0323


TREINO INTENSIVO:

Domingo, 14 de agosto, 9h00-18h00
OS SEGREDOS ESPIRITUAIS DA AYURVEDA
Parte 1, Conhecendo a Si Mesmo

Local: Casa do Guilherme
R. Ibiraçu, 225, Vl. Madalena
R$300,00 (por favor, em dinheiro, não se aceitam cheques ou cartões)
Inscrições: Camila / camilabogea@hotmail.com
9 8409 0323

 
SATSANGS E MEDITAÇÕES GUIADAS:

Domingo, 14 de agosto, 19h00-21h00
SATSANG E MEDITAÇÃO GUIADA EM KRIYA YOGA
(Satsang aberto ao público e meditação guiada apenas para iniciados)
Local: Casa do Guilherme
R. Ibiraçu, 225, Vl. Madalena
Doação sugerida: R$25,00
informações: Cintia/ cintia.duarte.lima@terra.com.br
9 9641 6663

Terça-feira, 16 de agosto, 20h30-22h30
SATSANG E MEDITAÇÃO GUIADA EM KRIYA YOGA
(Satsang aberto ao público e meditação guiada apenas para iniciados)
Local: Saída do Labirinto
R. Manuel da Nóbrega, 922
Doação sugerida: R$25,00
informações: Cintia/ cintia.duarte.lima@terra.com.br
9 9641 6663




Apoio: Arca do Amor, Arte da Paz, Petalusa, Centro Cultural da Índia e Coletivo Amor de Madre
 

Tantra Hopi



Dia 16 de Dezembro será nossa última reunião em 2014.





Também será o último dia em que participarei formalmente das atividades do grupo em São Paulo, a Arca do Amor Hariharananda, com o qual estou há 14 divinos anos. 
E no qual tenho trabalhado como Yogacharya desde 2011. 



Bom dia a todos. Com clareza de discernimento.



"Senhores, inspiração de sacrifício!

Possam nossos ouvidos ouvir o bem.
Possam nossos olhos ver o bem.
Possamos servi-Lo com toda a força de nosso corpo. Possamos nós, toda nossa vida, realizar Sua vontade.
Paz, paz, paz, esteja em todo lugar.
Possa a Chuva nos fazer bem.
Possa o Sol, que tudo conhece, nos fazer bem.
Possa o Rei do Conhecimento nos fazer bem.
Boas vindas ao Senhor!
A Palavra OM é o Imperecível; tudo o mais é manifestação. Passado, presente e futuro, tudo é OM.
O que mais transcender as três divisões do tempo, 
aquilo também é OM."
(Mandukya Upanishad)


"Tendo ouvido o Caminho (Tao) pela manhã,
uma pessoa pode morrer feliz no final da tarde"

(Confúcio)

"Há um som de uma mão sozinha batendo palmas,
como o rugindo do silêncio e uma melodia nunca tocada"
(Koan Zen)


UM ANCIÃO HOPI DIZ:
"Você tem falado para as pessoas que esta é a Décima Primeira Hora, agora você precisa voltar e falar para as pessoas que esta é a Hora. E existem coisas para serem consideradas...
Onde você está vivendo?
O que você está fazendo?
Quais sãos os seus relacionamentos?
Você está corretamente conectado?
Onde está sua água?
Conheça seu jardim.
É hora de falar sua Verdade.
Crie sua comunidade.
Sejam bons uns para os outros.
E não procure fora de você pelo líder."

Então ele entrelaçou as mãos juntas, sorriu, e disse:
"Este pode ser um tempo bom! Há um rio correndo agora muito rápido. É tão grande e rápido, que existem aqueles que terão medo. Eles tentarão segurar nas margens. Eles sentirão que estão sendo partidos ao meio e sofrerão muito.
Saiba que o rio tem seu destino. Os anciãos dizem que precisamos deixar a margem, nos impulsionarmos para o meio do rio, mantermos nossos olhos abertos, e nossas cabeças acima da água.
E eu digo, veja quem está lá com você e celebre. Neste momento na história, não é para tomarmos nada de forma pessoal. Menos que tudo, nós mesmos. Porque se fizermos isso, nosso crescimento e jornada espiritual detêm-se. 
O tempo do lobo solitário acabou. Juntem-se! Despeçam a palavra luta, de sua atitude e do seu vocabulário. Tudo que precisarmos fazer agora, precisa ser feito de forma sagrada e em celebração.
Nós somos aqueles que estávamos esperando."

T. Banyacya, Ancião da Nação Hopi (1909-1999)
Oraibi, Arizona




Pra lá de Manograahya


Por melhor ou mais elevado que seja um pensamento ou uma ideia, ainda é apenas isto, um fenômeno da mente.
Manograahya é uma palavra sânscrita que significa "aquilo que pode ser percebido pela mente". 
Os Puranas dizem que está em ignorância mesmo aquele que reverencia o Amor em sua expressão mais sublime, mas que acredita encontrar através dessa reverência algo que pode ser apreendido pela mente.

Em consciência samaadhi estamos além das ideias e pensamentos. Há consciência de paz, luminosidade e compaixão. Mas não há explicação. 

A expressão poética é a forma humana de linguagem que mais se aproxima dessa consciência inefável, porque ao invés de buscar lógica, expressa o assombro da existência. Como nesta canção do compositor Nando Reis:

Segundo Sol, de Nando Reis
Quando o segundo sol chegar, para realinhar as órbitas dos planetas. Derrubando com o assombro exemplar, o que os astrônomos diriam se tratar de um outro cometa
Não digo que não me surpreendi. Antes que eu visse, você disse e eu não pude acreditar.
Mas você pode ter certeza de que seu telefone irá tocar em sua nova casa, que abriga agora a trilha incluída nessa minha conversão
Eu só queria te contar, que eu fui lá fora e vi dois sóis num dia e a vida que ardia sem explicação. Não tem explicação.


Yogacharya Céu
São Paulo, 1 de Maio de 2014

Programa semana KRIYA YOGA 2014 em São Paulo





De 26 de maio a 3 de junho de 2014 aconteceu o programa em Kriya Yoga da Arca do Amor Hariharananda São Paulo,
com satsangs e palestras gratuitas, workshops e meditação guiada e iniciação em Kriya Yoga.




O programa contou com a participação do Yogi Sarveshwarananda Giri, aluno direto de Paramahansa Hariharananda


Yogi Sarveshwarananda Giri, bio
Nascido em Paris, França, em 1959, em uma família de professores viajantes, David Vachon cresceu em diferentes partes do mundo, na Europa, América do Sul e Norte da África.
Formado em Literatura Inglêsa na Grenoble III, com Mestrado em Informação e Comunicação na CELSA, Sorbonne. Bacharelado em Ciência da Acupuntura e Medicina Chinesa em San Francisco (Califórnia, EUA), com graduações em massagem, educação para a saúde e programação neurolinguísitca e atuação na Clínica Quan Yin. Terapeuta em Thay massagem certificado em Chiangmai,Tailândia.
De 1988 a 2002 foi aluno direto de Paramahansa Hariharananda, Mestre em Kriya Yoga formado no Karar Ashram de Puri, aluno direto de Yogananda e Sri Yukteshwar. Em 1997 David tomou o voto monástico na ordem Giri, recebendo o nome Sarveshwarananda (Alegria Divina em Todas as Coisas). Serviu Hariharananda como atendente pessoal até a morte deste último em 2002, entrando então 
em reclusão de silêncio até 2004. Renunciou ao monastério em 2009, servindo desde então como Yogacharya pai-de-família até hoje, com o nome Yogi Sarveshwarananda Giri. Atualmente reside no sul da França, é casado e tem uma filha.
Atuou em diversas ações humanitárias, sendo fundador de organizações na Índia, EUA e América Latina, entre as quais a Arca do Amor Hariharananda SP, em São Paulo, Brasil. ERYT (Experienced Registered Yoga Teacher) registrado no Yoga Alliance. 

A Lenda das Areias



Vindo desde as suas origens em distantes montanhas, após passar  por inúmeros acidentes de terreno nas regiões campestres, um rio finalmente alcançou as areias do deserto. E do mesmo modo como vencera as outras barreiras, o rio tentou atravessar esta de agora, mas se deu conta de que suas águas mal tocavam a areia nela desapareciam.

Estava convicto, no entanto, de que fazia parte de seu destino cruzar aquele deserto, embora não visse como fazê-lo. Então uma voz misteriosa, saída do próprio deserto arenoso, sussurrou:
 - O vento cruza o deserto, o mesmo pode fazer o rio.

O rio objetou estar se arremessando contra as areias, sendo assim absorvido, enquanto o vento podia voar, conseguindo dessa maneira atravessar o deserto.

- Arrojando-se com violência como vem fazendo não conseguirá cruzá-lo. Assim desaparecerá ou se transformará num pântano. Deve permitir que o vento o conduza a seu destino.

- Mas como isso pode acontecer?

- Consentindo em ser absorvido pelo vento.

Tal sugestão não era aceitável para o rio. Afinal de contas, ele nunca fora absorvido até então. Não desejava perder a sua individualidade. Uma vez a tendo perdido, como se poderá saber se a recuperaria mais tarde?

- O vento desempenha essa função - disseram as areias - Eleva a água, a conduz sobre o deserto e depois a deixa cair. Caindo em forma de chuva, a água novamente se converte num rio.

- Como posso saber que isto é verdade?

- Pois assim é, e se não acredita, não se tornará outra coisa senão um pântano, e ainda isto levaria muitos e muitos anos; e um pântano não é certamente a mesma coisa que um rio.

- Mas não posso continuar sendo o mesmo rio que sou agora?

- Você não pode, em caso algum, permanecer assim - retrucou  a voz.- Sua parte essencial é transportada e forma um rio novamente. Você é chamado assim ainda hoje por não saber qual a sua parte essencial.

Ao ouvir tais palavras, certos ecos começaram a ressoar nos pensamentos mais profundos do rio. Recordou vagamente um estágio  em que ele, ou uma parte dele, não sabia qual, fora transportada nos braços do vento. Também se lembrou, ou lhe pareceu  assim, de que era isso o que devia fazer, conquanto não fosse a coisa mais natural.

E o rio elevou então seus vapores nos acolhedores braços do vento, que suave e facilmente o conduziu para o alto, e para bem  longe, deixando-o cair suavemente tão logo tinham alcançado o topo de uma montanha, milhas e milhas mais distante. E porque tivera suas dúvidas, o rio pode recordar e gravar com mais firmeza em sua mente os detalhes daquela sua experiência. E ponderou: - Sim, agora conheço a minha verdadeira identidade.

O rio estava fazendo seu aprendizado, mas as areias sussurraram:

- Nós temos o conhecimento porque vemos essa operação ocorrer dia após dia, e porque nós, as areias, nos estendemos  por todo o caminho que vai desde as margens do rio até a montanha.

E é por isso que se diz que o caminho pelo qual o Rio da Vida  tem de seguir em sua travessia está escrito nas Areias.


Do livro "Histórias da Tradição Sufi" - Edições Dervish
(e do Livro "O  Buscador da Verdade" de Idries Shah)



Comentário: 
É notável como este místico conto sufi descreve com exatidão tanto a Kuutastha Chaittanya* como a respiração Kriya que a atinge. Igualmente notável que essa instrução à luta da alma (representada pelo rio) seja proferida pelas areias (que fazem a vez da voz do guru). 
Também os gregos antigos colocavam a voz do mestre (Prometeu), que liberta o ser humano das trevas, entre as forças da natureza. Prometeu era um titã e não um deus do Olimpo.
A trilha que liberta a alma e realiza o indivíduo, o aproximando de sua Inteligência Universal, faz parte da própria matéria que compõe a Natureza. Está escrito nas areias. Está nos átomos e em nossas células. Resta-nos saber ouvir. E lembrar.

Lembre-se.

*Kuutastha (sânscrito): Permanência no topo, manutenção da posição mais elevada, proeminência ou projeção do topo dos ossos da cabeça.
Chaittanya (sânscrito): relativo a Chitta, inteligência superior, consciência completa, observação, pensamento, reflexão pura, coração puro, matriz da memória, vontade essencial, etc)

Com Amor,
Yogacharya Céu e José Orbino Babaji